Nos dias de hoje a Felicidade é um grande mito.
Antigamente se desejava para o próprio filho que ele se tornasse um bom administrador da empresa da família ou um bom pai de família com responsabilidade com comprometimento.
Hoje se deseja de forma genérica que “faça o que desejar” mas que seja “Feliz”.
Antigamente se desejava para o próprio filho que ele se tornasse um bom administrador da empresa da família ou um bom pai de família com responsabilidade com comprometimento.
Hoje se deseja de forma genérica que “faça o que desejar” mas que seja “Feliz”.
Sabemos que as pessoas com mais de 50 anos são mediamente mais felizes porque se satisfazem com pouco, sabem tirar bons momentos no diário, vivem no presente com menos expectativas para o futuro.
E esses primeiros 50 anos?
E esses primeiros 50 anos?
Para ser Feliz um jovem precisa ter contato com adultos felizes.
A verdadeira Felicidade esta em cada um de nós.
Afinal de contas o que é a Felicidade? Alegria? Gozo? Fruição? Satisfação? Serenidade? Saúde? Paz?
Afinal de contas o que é a Felicidade? Alegria? Gozo? Fruição? Satisfação? Serenidade? Saúde? Paz?
Seria bom procurar pequenos momentos de “felicidade” ao longo do dia, por exemplo praticar um esporte com amigos, tomar um café com um/uma amigo/a, ler umas paginas de um bom livro, passear ao ar livre....
É importante focar a atenção sobre a vida que vale a pena ser
vivida, uma vida suficientemente satisfatória - a partir das condições de cada sujeito, aproveitando o fluxo positivo.
É importante focar a atenção sobre a vida que vale a pena ser
vivida, uma vida suficientemente satisfatória - a partir das condições de cada sujeito, aproveitando o fluxo positivo.
É interessante cultivar e buscar desenvolver atividades onde temos capacidades suficientes como um certo trabalho: manual, eletrônico, viagens.)... e suprir aos déficits suficiências , para sobreviver em ambientes diferentes – por exemplo uma língua, um hobby como cozinha ou ballet...
Atitudes que propiciam a felicidade/bem estar:
- viver o momento presente e aceitar o fluxo, exercitando a entrega e o desapego. Com os filhos: tentar curtir a companhia, a brincadeira, a refeição sem se distrair com as outras preocupações do dia (compromissos, telefonemas...).
- dar o justo peso ao “objeto” e à “imagem do objeto”, tentando estar mais em contato com os afetos e vivencias reais. Com os filhos: ser sinceros e mostrar quais são os valores da vida em contraste com as modas ou os mitos
- humor, flexibilidade e não levar nada tão a sério, a vida é feita de curvas e de poucas retas, altos e baixos. Com os filhos: falar sempre do positivo e do negativo em oposição, mostrando essa alternância
- dar a justa proporção aos fatos valorizando o positivo, se contornando de pessoas e situações boas, e agradecendo pelo que temos e pelas oportunidades. Com os filhos: ensinar a ética e a gratidão
- aceitar o fato que nada é de graça, ser mais realistas e menos idealizadores. Com os filhos: falar sem medo, com o coração do empenho, do comprometimento com os outros e dos sentimentos
- entender que as relações são o maior riqueza da vida, criar laços com os outros: ajudar, perdoar, festejar... Com os filhos ensinar alimentando juntos esses laços (com a família e com os amigos) com generosidade, alegria e amor
- desmistificar, não julgar a si e aos outros, o negativo existe mas é importante dar-lhe pouco espaço. Com os filhos: treinar juntos.
- dar o justo peso ao “objeto” e à “imagem do objeto”, tentando estar mais em contato com os afetos e vivencias reais. Com os filhos: ser sinceros e mostrar quais são os valores da vida em contraste com as modas ou os mitos
- humor, flexibilidade e não levar nada tão a sério, a vida é feita de curvas e de poucas retas, altos e baixos. Com os filhos: falar sempre do positivo e do negativo em oposição, mostrando essa alternância
- dar a justa proporção aos fatos valorizando o positivo, se contornando de pessoas e situações boas, e agradecendo pelo que temos e pelas oportunidades. Com os filhos: ensinar a ética e a gratidão
- aceitar o fato que nada é de graça, ser mais realistas e menos idealizadores. Com os filhos: falar sem medo, com o coração do empenho, do comprometimento com os outros e dos sentimentos
- entender que as relações são o maior riqueza da vida, criar laços com os outros: ajudar, perdoar, festejar... Com os filhos ensinar alimentando juntos esses laços (com a família e com os amigos) com generosidade, alegria e amor
- desmistificar, não julgar a si e aos outros, o negativo existe mas é importante dar-lhe pouco espaço. Com os filhos: treinar juntos.