Todos conhecemos
histórias de mães e pais com preferências por um dos filhos.
Ter uma
“inclinação” por um deles é natural, ela pode ser mais ou menos consciente e
eventualmente dissimulada.
Ela pode depender
do contato físico, da pele, do cabelo, das afinidades, da sensibilidade, dos
interesses... isso pode acontecer também entre avos e netos e sobrinhos.
Por sua vez as
“vítimas” confirmam e muitas confessam ter sidos deixadas de lado, esquecidas e
em casos extremos rejeitadas.
Seja o primeiro,
o mais bonito, o mais inteligente, o mais necessitado, o mais cúmplice ou o
mais parecido, há sempre um que colhe as preferências dos pais.
O filho que
recebe mais atenção geralmente cresce mais forte, mais ligado com a vida, mais
inteligente e mais sereno.
Espontaneamente é
fácil ter ligações mais “fortes” com o filho que nos está mais “próximo”, que
nos é mais cúmplice ou em quem nos revemos mais. O que não significa nem se
traduz num maior grau de afeto ou afinidade.
Por sorte o ser
humano tem uma capacidade notável de distribuir (e multiplicar) amor para todos
os filhos. Sejam dois ou duas
dezenas, brilhantes ou medíocres, lindos ou “patinhos feios”...
Acredito que
devemos nos esforçar de ser imparciais e assim sendo iremos descobrir as dotes
dos filhos que estavam mais afastados.
Os avos podem
ajudar equilibrando a família ou seja dando mais afeto e atenção aos
carentes.
Porque a falta de
carinho e acompanhamento suficientes de um genitor cria feridas que saram a muito custo.
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