(Por Lupita)
As crianças sofrem, experimentam, nos provocam... tentem lembrar quanto é importante que a criança possa expressar os próprios sentimentos – é sinal que de que há adultos para ouvi-la. Ótimo reservar momentos exclusivos para vocês.
Tente também deixar pai e filha juntos - nem que seja por alguns minutos – eles vão se descobrir e isso vai dar um bom equilíbrio à família.
Tente também deixar pai e filha juntos - nem que seja por alguns minutos – eles vão se descobrir e isso vai dar um bom equilíbrio à família.
Vou tentar agora relatar o pensamento de Donald W. Winnicott (DWW) a respeito da inveja.
DWW diz que a inveja propriamente dita começa apenas depois dos 15 meses (eu diria os 12 meses de hoje) – antes disso a criança luta pela posse do próprio objeto (mãe, avo, baba...).
DWW valoriza esse sentimento explicando que ele surge porque a criança tem capacidade de amar e porque se trata de uma criança saudável que manifesta os próprios sentimentos.
DWW explica que a inveja pode aparecer e desaparecer para reaparecer mais adiante.
Pode ser ciúmes do irmão assim como ciúmes da pessoa que a mãe está cumprimentando fora de casa ou daquela com a qual ela esta falando no telefone.
DWW valoriza esse sentimento explicando que ele surge porque a criança tem capacidade de amar e porque se trata de uma criança saudável que manifesta os próprios sentimentos.
DWW explica que a inveja pode aparecer e desaparecer para reaparecer mais adiante.
Pode ser ciúmes do irmão assim como ciúmes da pessoa que a mãe está cumprimentando fora de casa ou daquela com a qual ela esta falando no telefone.
Quando a criança pequena fica muito ciumenta do irmãozinho menor é comum ele querer voltar para traz para uma experiência “perdida”, regredindo para uma situação passada de controle total da própria mãe.
A inveja vai e vem, aparece e desaparece... DWW fez varias suposições a esse respeito:
1- No caso de uma a criança que prova inveja contra um irmãozinho e que durante os primeiros ataques de raiva e ódio (ele grita, bate, se atira...) passa mal devido ao receio que os próprios ataques tenham ferido a mãe e o bebe, ele imagina que tudo tenha sido estragado, quebrado.... Porem è a partir desse momento ele começa a perceber que tudo sobreviveu e que a mãe não mudou a própria atitude.
Então ele vai ter momentos diferençados, ou seja, manifestações de raiva com gritos, batidas, empurrões ... assim como momentos de tristeza em que imagina as pessoas que ama feridas pelos próprios ataques. Mas a criança vai amadurecendo e desenvolvendo outras dinâmicas como a de desviar os próprios ataques a outros personagens como bichos, objetos...
2- A inveja pode desaparecer quando a criança pode reviver experiências boas da própria infância... momentos de prazer amamentando, momentos de amor e de atenção no colo da própria mãe ou pai, um sorriso de conforto depois de um choro, num momento de cansaço...
3- As crianças conseguem dominar a própria inveja quando aprendem (mais cedo ou mais tarde) a se colocar na posição dos outros – na do bebe que esta mamando no peito e na da mãe que da atenção ao bebe – compartilhando as boas experiências de vida.
1- No caso de uma a criança que prova inveja contra um irmãozinho e que durante os primeiros ataques de raiva e ódio (ele grita, bate, se atira...) passa mal devido ao receio que os próprios ataques tenham ferido a mãe e o bebe, ele imagina que tudo tenha sido estragado, quebrado.... Porem è a partir desse momento ele começa a perceber que tudo sobreviveu e que a mãe não mudou a própria atitude.
Então ele vai ter momentos diferençados, ou seja, manifestações de raiva com gritos, batidas, empurrões ... assim como momentos de tristeza em que imagina as pessoas que ama feridas pelos próprios ataques. Mas a criança vai amadurecendo e desenvolvendo outras dinâmicas como a de desviar os próprios ataques a outros personagens como bichos, objetos...
2- A inveja pode desaparecer quando a criança pode reviver experiências boas da própria infância... momentos de prazer amamentando, momentos de amor e de atenção no colo da própria mãe ou pai, um sorriso de conforto depois de um choro, num momento de cansaço...
3- As crianças conseguem dominar a própria inveja quando aprendem (mais cedo ou mais tarde) a se colocar na posição dos outros – na do bebe que esta mamando no peito e na da mãe que da atenção ao bebe – compartilhando as boas experiências de vida.
Enfim não deixemos nunca de lado uma maneira mais global ou espiritual de encarar a vida no dia a dia ... à procura da felicidade no aqui e agora.
"Ver um Mundo num Grão de Areia
E um Céu numa Flor Silvestre,
Ter o Infinito na palma da sua mão
E a Eternidade numa hora."
(William Blake)
E um Céu numa Flor Silvestre,
Ter o Infinito na palma da sua mão
E a Eternidade numa hora."
(William Blake)
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