(Por Lupita)
Pessoalmente a primeira coisa que pensei - quando vi meu filho pela primeira vez - foi: meu Deus! Vou ser mãe para o resto da vida, que responsabilidade!
Hoje penso que serei mãe mesmo depois da morte, que dom!
Pessoalmente a primeira coisa que pensei - quando vi meu filho pela primeira vez - foi: meu Deus! Vou ser mãe para o resto da vida, que responsabilidade!
Hoje penso que serei mãe mesmo depois da morte, que dom!
Muitas de nos sentem um grande peso, uma grande tarefa e ao mesmo tempo falta de um espaço próprio, de tempo, muito cansaço, até angustia… devemos aceitar sempre as dificuldades. Podem ser reais!! Melhor aceitar os sentimentos, eventualmente pedir ajuda, procurar o próprio modo de organizar a vida, desabafar!
Muitas se queixam da rotina, existe uma verdadeira rotina? Muitas têm pressa que os filhos cresçam rápido, 15 ou 16 anos demoram tanto para passar?
Nesses anos de vida do meu filho acho que não repeti nunca a mesma rotina, sim: a hora do banho, a hora do jantar. Um dia ele estava cansado, um dia eu estava distraída com problemas, um dia a comida estava salgada, um dia o pai chegava nervoso…. Não era nunca igual.
Ele foi crescendo e mudando, me testando, me estimulando… que aventura. Uma hora não é mais um bebê, outra não é mais menino… é um homem.
Estou falando da minha experiência pessoal que é também a da maioria das famílias!
Ele foi crescendo e mudando, me testando, me estimulando… que aventura. Uma hora não é mais um bebê, outra não é mais menino… é um homem.
Estou falando da minha experiência pessoal que é também a da maioria das famílias!
Como eu já falei e vou repetir sempre, a nossa sociedade não da o justo valor à mãe: criar, educar os nossos descendentes, ensinar a viver à nossa progenitura, os nossos sucessores no mundo, o fruto do nosso amor. Mas pouco a pouco vamos conquistando nosso espaço.
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